Bolsa

Comentários sobre o Mercado

21/12/2015

  • A Apple e a Ericsson entraram em acordo em um processo sobre patentes por meio da assinatura de um contrato de licenciamento, após terem processado uma a outra com relação a patentes de tecnologia para celulares.
  • A Sygenta recebeu uma oferta de US$ 44 bilhões da ChemChina, de acordo com a Bloomberg, US$ 2 bilhões mais alta que a oferta anterior, mas ainda abaixo da oferta de US$ 47 bilhões da Monsanto que a companhia rejeitou no início do ano.
  • Os ativos brasileiros da BHP foram congelados por um juiz, assim como os da sua parceira, a companhia estatal Vale, após um juiz ter decidido que a sua joint venture não poderia pagar pelos danos causados pelo rompimento de uma barragem no mês passado.
  • Após atingir o pico de 71% em agosto, a desaprovação do governo Dilma Rousseff recuou para 65%, segundo pesquisa Datafolha publicada na edição deste domingo do jornal "Folha de S.Paulo".
  • Nome mal recebido pelo mercado financeiro, Nelson Barbosa, antes mesmo de tomar posse no Ministério da Fazenda, agendou para esta segunda-feira conferência por telefone com investidores nacionais e estrangeiros na busca de acalmar os negócios com dólar e ações. Na sexta-feira, quando seu nome já era dado como certo para substituir Levy no comando da equipe econômica do governo Dilma Rousseff, o dólar subiu de mais de 1% e a Bolsa de Valores caiu 2,98%.
  • As dificuldades enfrentadas por empresários locais de menor porte, diante da turbulência econômica, e a depreciação do real em relação ao dólar e ao euro têm favorecido estrangeiros que querem entrar no país por meio de compras de outras companhias, de fusões ou parcerias. A assessoria financeira Athos Finance, braço do private banking francês Hottinguer, registrou um aumento de 25% nas consultas de empresas internacionais interessadas em negócios locais neste semestre. Fundada há quatro anos, a Athos atende pequenas e médias empresas europeias, com faturamento entre R$ 30 milhões a R$ 100 milhões por ano.
  • Os infortúnios do Brasil podem ser uma bênção para o México. Na semana passada, a Fitch atribuiu ao Brasil sua segunda nota "junk" (grau especulativo), o que poderia forçar investidores institucionais cujos regulamentos proíbem ter títulos com essa classificação por duas agências a se desfazer deles. No momento em que os investidores ajustam suas carteiras, o país visto como o mais bem posicionado para tirar proveito da situação é o concorrente direto do Brasil, o México. A segunda maior economia da América Latina é menos dependente das commodities do que a maior parte da região e tem os laços mais próximos com os EUA.

Índices

Nome

Atual

%Variação

Dow Jones Industrial Average

17.139,00

0,72%

S&P 500 Index

2.008,75

0,84%

Nasdaq Composite Index

4.541,75

0,83%

Ibovespa

44.028,61

0,27%

Índices Globais

Japão: Nikkei

18.916,02

-0,37%

China: Shanghai

3.813,09

1,77%

Hong Kong: Hang Seng

21.791,68

0,17%

Alemanha: DAX

10.701,66

0,88%

França: CAC 40

4.645,90

0,45%

Londres: FTSE

6.108,16

0,92%

Commodities

Petróleo Bruto WTI (NYM $/bbl)

$35,69

-1,03%

Ouro ($/oz)

$1.073,70

0,82%