Bolsa

Comentários sobre o Mercado

30/11/2015

  • Os Bancos Centrais dos Estados Unidos e da Europa terão a agenda cheia esta semana. O Banco Central Europeu deve expandir o seu programa de flexibilização e reduzir sua já negativa taxa de depósito na quinta-feira.
  • A Diretoria do Fundo Monetário Internacional irá se reunir para discutir uma proposta para incluir o yuan, ou renminbi, no grupo de moedas que formam a cesta de Direitos Especiais de Saque do FMI.
  • A confiança dos empresários do setor de serviços voltou a cair em novembro, após ter registrado alta em outubro, de acordo com a Fundação Getulio Vargas (FGV). O índice de confiança do setor recuou 1,7% ante outubro, feitos os ajustes sazonais, e atingiu 66,9 pontos, o segundo menor nível da série iniciada em junho de 2008.
  • A presidente Dilma Rousseff publicou decreto no "Diário Oficial da União" desta segunda-feira que altera o cronograma mensal de desembolso do Executivo de 2015. Como adiantou o Palácio do Planalto na última sexta¬-feira, dia 27, o governo não poderá mais empenhar novas despesas discricionárias, exceto aquelas essenciais ao funcionamento do Estado e ao interesse público. Na sexta-¬feira, a Secretaria de Comunicação Social (Secom), da Presidência da República, já tinha informado que o decreto seria publicado com um contigencimento de R$ 10 bilhões. A Secom disse que não se trata de um problema financeiro, "mas orçamentário". Argumentou ainda que a medida atende ao último posicionamento do Tribunal de Contas da União (TCU), de que a não aprovação da meta fiscal obriga o governo a contingenciar as verbas discricionárias.
  • A China registrou um déficit na balança de serviços de US$ 14,1 bilhões em outubro, abaixo do resultado negativo de US$ 22,7 bilhões em setembro, segundo a Administração Estatal de Câmbio (Safe, na sigla em inglês) informou nesta segunda-¬feira. No comércio de mercadorias, a China registrou superávit de US$ 59,8 bilhões em outubro, frente a um resultado positivo de US$ 54,4 bilhões em setembro. Nos primeiros dez meses do ano, o resultado composto de serviços e mercadorias dá à China um superávit comercial de US$ 301,9 bilhões.
  • Parcelamentos, ofertas, promoções de fidelização e atendimento personalizado. "Neste Natal, a crise é de confiança", diz Fernanda Della Rosa, assessora econômica da Federação do Comércio do Estado de São Paulo (FecomercioSP). "O consumidor precisa sentir que poderá pagar o financiamento que está assumindo. Ao mesmo tempo, o comércio deve aproveitar o maior fluxo de consumidores com mais ofertas de produtos. O cliente pode levar mais de uma mercadoria se encontrar preços diferenciados." A FecomercioSP espera um Natal fraco, segundo Fernanda. Em dezembro, estima-¬se um baque de 11% nas vendas e queda de 8% no comparativo ano a ano. A Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista (PCCV), realizada pela entidade, aponta que os setores mais impactados, no acumulado de janeiro a agosto, são bens duráveis, como eletrodomésticos e eletrônicos, com baixa de 16,5% além de concessionárias (¬13,5%), móveis e decoração (¬12,9%).

Índices

Nome

Atual

%Variação

Dow Jones Industrial Average

17.834,00

0,19%

S&P 500 Index

2.093,50

0,17%

Nasdaq Composite Index

4.697,50

0,32%

Ibovespa

45.475,97

-0,87%

Índices Globais

Japão: Nikkei

19.747,47

-0,69%

China: Shanghai

3.607,39

0,25%

Hong Kong: Hang Seng

21.996,42

-0,33%

Alemanha: DAX

11.386,79

0,82%

França: CAC 40

4.952,78

0,46%

Londres: FTSE

6.379,30

0,07%

Commodities

Petróleo Bruto WTI (NYM $/bbl)

$42,18

1,13%

Ouro ($/oz)

$1.058,00

0,17%