Bolsa

Comentários sobre o Mercado

09/11/2015

  • A DuPont nomeou Edward Breen para o cargo de presidente do conselho e diretor presidente da Companhia.
  • A Berkshire Hathaway divulgou resultados acima do esperado, beneficiados por ganhos resultantes da fusão entre a H.J. Heinz e a Kraft Foods, apesar da pressão exercida pela queda nos lucros no negócio de seguros da Berkshire.
  • A Hertz Global registrou lucro trimestral ajustado abaixo das expectativas. A receita também ficou ligeiramente abaixo do esperado.
  • Mesmo com a redução do volume de vagas com carteira assinada no país, o percentual de trabalhadores que pedem demissão ainda é alto. Segundo os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), esses desligamentos corresponderam a 23% do total no último mês de setembro. Rui Rocheta, presidente do Gi Group, empresa de soluções para o mercado de trabalho, observa que o percentual de saída voluntária está em queda, mas pondera que momentos de crise também são uma oportunidade para as empresas "roubarem" talentos dos concorrentes. Empresas que comunicam mal um eventual ajuste de pessoal também podem perder funcionários que não seriam demitidos porque estes ficam com medo de estar na próxima lista, acrescenta.
  • O Brasil ganhou 2,1 milhões de novos desempregados nos últimos 12 meses, somando, até setembro, 8,8 milhões de trabalhadores nessas condições. Apesar do aumento expressivo, o volume de novos beneficiários do seguro-desemprego encolheu 13% no quadrimestre até agosto e quase 5% no ano ¬ queda suficiente para reduzir em termos reais os gastos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) com o benefício na comparação com 2014. Descontada a inflação, as despesas diminuíram 1,6%, conforme o relatório fiscal do Tesouro referente ao período janeiro-¬setembro. A mudança recente nas regras de acesso ao seguro, que elevou o período mínimo de serviço dos novos requerentes de seis para 12 meses, explica em parte o cenário, que também reflete a dinâmica da recessão.
  • O Brasil é o país com o maior número de fundos de investimento do mundo. São 14.477 carteiras, incluídos os fundos de fundos, 30% mais do que nos Estados Unidos, que é o maior em valor sob gestão, sede de 10.934 carteiras, com US$ 20 trilhões. O Brasil ganha também de Luxemburgo, país devotado à função de prateleira internacional de fundos, sede de 14.015 carteiras e segundo maior em patrimônio, US$ 3,95 trilhões. Em valor sob gestão, os brasileiros estão bem atrás. São os oitavos, com US$ 1,39 trilhão sob gestão. Quando excluídos fundos de fundos, o Brasil é o sexto maior em número de carteiras, também discrepante com a posição em valor sob gestão, 11ª nesse caso.
  • Enquanto as mega-empreiteiras continuam sob os efeitos da Operação Lava-Jato, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, intensificou os esforços para facilitar o acesso de construtoras menores a obras de infraestrutura no país. Na semana passada, ele esteve em São Paulo para apresentar a empresários o programa PPP+, que visa facilitar os investimentos privados no setor. Segundo os presentes, Levy manifestou interesse em estimular a participação de mais companhias na disputa por contratos. A avaliação no setor é que as dez maiores empreiteiras do país já estavam sobrecarregadas com obras antes mesmo da deflagração da Operação Lava-Jato.

Índices

Nome

Atual

%Variação

Dow Jones Industrial Average

17.806,00

-0,21%

S&P 500 Index

2.088,00

-0,27%

Nasdaq Composite Index

4.688,50

-0,31%

Ibovespa

46.918,52

-2,35%

Índices Globais

Japão: Nikkei

19.642,74

1,96%

China: Shanghai

3.819,44

1,58%

Hong Kong: Hang Seng

22.726,77

-0,61%

Alemanha: DAX

10.960,91

-0,25%

França: CAC 40

4.961,83

-0,45%

Londres: FTSE

6.348,10

-0,09%

Commodities

Petróleo Bruto WTI (NYM $/bbl)

$44,20

-0,20%

Ouro ($/oz)

$1.089,30

0,15%