Bolsa

Comentários sobre o Mercado

28/10/2015

  • Em setembro, o Fed não alterou as taxas de curto prazo em meio a preocupações com o fraco crescimento internacional e receio de que a inflação possa permanecer em níveis excepcionalmente baixos. Os mercados tiveram um movimento de alta este mês, alavancado pela esperança de que o Fed mantenha as taxas baixas por mais tempo, ao mesmo tempo em que a perspectiva de mais estímulo de bancos centrais na Europa e na Ásia aumentou os ganhos.
  • Os resultados das empresas continuaram em foco após a Apple Inc. ter registrado um aumento no lucro trimestral. As ações da Apple subiram nas negociações após o fechamento do mercado imediatamente após a divulgação, mas depois retrocederam.
  • As ações da Volkswagen AG subiram em negociações marcadas pela volatilidade após a montadora alemã ter registrado prejuízo, conforme previsto, em virtude do escândalo das emissões. No meio do dia, as ações tinham subido 4,2%.
  • A Brewer Heineken NV subiu quase 4% após anunciar vendas acima das expectativas no terceiro trimestre.
  • O BB Investimentos cortou o preço-alvo para a Kroton, de R$ 15,70 para R$ 12,80 ao fim de 2016, após a venda da Uniasselvi aos fundos Carlyle e Vinci Partners por R$ 1,1 bilhão. A recomendação foi mantida em "outperform". O BB calcula o valor presente líquido da venda da Uniasselvi entre R$ 675 milhões e R$ 832 milhões, a depender da parcela variável acordada entre as partes. Segundo o banco, mesmo com a perda de 112 mil estudantes, não deve haver mudança significativa na margem Ebitda da Kroton nos próximos anos, mantendo-se em cerca de 35% em 2015, devido à alta na linha de receitas pelo recebimento de R$ 400 milhões à vista. O BB revisou ainda a Klabin, elevando o preço-alvo para as ações de R$ 20 para R$ 25 ao fim de 2016.
  • O setor público brasileiro (União, Estados e municípios) terá um déficit primário de até R$ 60 bilhões em 2015. Se o Tesouro tiver que pagar neste ano as chamadas "pedaladas fiscais", estimadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) em R$ 40,2 bilhões, o rombo nas contas públicas pode superar R$ 100 bilhões em 2015. Não houve anúncio sobre as metas do ano que vem. A nova meta fiscal de 2015 foi divulgada sem a tradicional entrevista dos ministros da área econômica. O governo encaminhou ofício com os novos números ao relator da LDO, deputado Hugo Leal (Pros-RJ). A proposta do governo ao Congresso é que o déficit primário do setor público consolidado seja de R$ 48,9 bilhões este ano. O número, no entanto, pode ser elevado em R$ 11,1 bilhões, caso o governo não consiga arrecadar esse valor com o leilão das hidrelétricas previsto para o fim de novembro.
  • O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) elevou o teto do imóvel que pode ser comprado por famílias com renda mensal entre R$ 2,35 mil e R$ 6,5 mil (faixas 2 e 3) no âmbito da terceira etapa do programa Minha Casa, Minha Vida. Esses preços não eram atualizados desde 2012. Com isso, o valor máximo de subsídios subiu de R$ 25 mil para R$ 27,5 mil. Para as regiões metropolitanas do DF, Rio e São Paulo, o preço máximo do imóvel saiu de R$ 190 mil para R$ 225 mil. Na região Sul, Espírito Santo e Minas Gerais, o teto foi para R$ 200 mil, e no Centro-Oeste, Norte e Nordeste para R$ 180 mil. Nas cidades com menos de 20 mil habitantes, o teto do imóvel é de R$ 90 mil.

Índices

Nome

Atual

%Variação

Dow Jones Industrial Average

17.531,00

0,10%

S&P 500 Index

2.063,25

0,13%

Nasdaq Composite Index

4.635,75

0,08%

Ibovespa

46.746,61

-0,63%

Índices Globais

Japão: Nikkei

18.903,02

0,67%

China: Shanghai

3.534,91

-1,72%

Hong Kong: Hang Seng

22.956,57

-0,80%

Alemanha: DAX

10.742,89

0,47%

França: CAC 40

4.861,91

0,31%

Londres: FTSE

6.397,18

0,50%

Commodities

Petróleo Bruto WTI (NYM $/bbl)

$43,61

0,95%

Ouro ($/oz)

$1.174,80

0,77%