Bolsa

Comentários sobre o Mercado

28/09/2015

  • Os mercados asiáticos fecharam em um mix de alta e baixa na segunda-feira, quando dados revelaram que o lucro industrial da China caiu 8,7% em agosto comparado ao mesmo período no ano anterior, a maior queda desde 2011 - mais um sinal de fraqueza da segunda maior economia mundial.
  • A divisão da Audi da montadora alemã Volkswagen disse que 2,1 milhões de automóveis foram afetados no escândalo de emissões envolvendo a empresa.
  • O Sunday Times informou que a cervejaria belga AB InBev poderia oferecer aproximadamente US$106 bilhões pela sua rival SABMiller nos próximos dias.
  • A Shell informou que deve parar a atividade exploratória no Alasca no "futuro próximo".
  • O governo nacional terá que cortar mais gastos para compensar a queda das receitas tributárias e, assim, e evitar o agravamento da crise econômica. Depois de uma semana em que os juros nos contratos futuros passaram de 16% ao ano e o dólar chegou a ser cotado a R$ 4,20, exigindo resposta rápida do Banco Central, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, fez uma advertência. "Tinha gente que achava que o ‘downgrade‘ [perda do grau de investimento] estava no preço e que, portanto, podíamos ser complacentes. Ficou claro que não estava e que temos rapidamente de fazer mais contenção nos gastos para contrabalançar impostos, porque a economia pode piorar se titubearmos agora", disse Levy.
  • O Brasil se comprometeu a reduzir as suas emissões de gases do efeito estufa em 37% até 2025, em relação ao ano base de 2005, anunciou neste domingo a presidente Dilma Rousseff. No plano brasileiro, contribuição para a conferência do clima de Paris, em dezembro, também há uma indicação de que o Brasil pode reduzir suas emissões de gases estufa em 43% em 2030, em relação aos níveis de 2005. "Podem ficar certos de que a ambição continuará a pautar nossas ações", afirmou ela, em Nova York, ao discursar na Cúpula para a Adoção da Agenda de Desenvolvimento Pós¬ 2015 da Organização das Nações Unidas (ONU).
  • A greve no INSS, que começou no início de julho e acabará nesta segunda-feira, dia 28, deve fazer o governo economizar R$ 2,6 bilhões com benefícios que deixaram de ser pagos e ajudará a equipe econômica a conter o crescimento das despesas obrigatórias. A estimativa consta do Relatório Bimestral de Receitas e Despesas, documento do Ministério do Planejamento divulgado no último dia 22 com previsões sobre o Orçamento de 2015. No documento, o governo reduziu de R$ 438,8 bilhões para R$ 436,2 bilhões a projeção de pagamento de benefícios da Previdência neste ano.
  • O Banco Central (BC) deu nesta sexta-feira mais um passo para estimular a abertura de do mercado brasileiro de cartões. O regulador fez uma alteração na regra que permite a existência de arranjos de pagamentos fechados - aqueles em que uma determinada bandeira de cartão passa apenas em uma credenciadora específica - e disse que eles só podem permanecer fechados desde que tenham um volume financeiro anual limitado a R$ 20 bilhões. A resolução publicada pelo Banco Central dá 180 dias para que os arranjos de pagamento submetam ao regulador uma versão atualizada de seus regulamentos, já prevendo as alterações. São citados como exemplos de arranjos fechados a bandeira American Express, que passa apenas nas máquinas da Cielo, a Hiper/Hipercard, exclusiva da Rede, e a bandeira Elo, da Cielo. Atualmente, há um projeto piloto sendo conduzido pelos donos desses arranjos para estruturar um modelo para abertura dessas marcas. Até o começo de novembro, serão 200 mil estabelecimentos que poderão aceitar, em uma única máquina, os cartões Elo, Hiper e Amex. A nova regra do Banco Central afirma que só podem continuar como arranjos fechados aqueles que movimentarem menos de R$ 20 bilhões por ano. Os demais passam a ser considerados abertos e tem que seguir regras que garantam uma ampla captura do meio de pagamento envolvido no arranjo.

Índices

Nome

Atual

%Variação

Dow Jones Industrial Average

16.136,00

-0,41%

S&P 500 Index

1.911,25

-0,42%

Nasdaq Composite Index

4.195,75

-0,42%

Ibovespa

44.042,87

-1,76%

Índices Globais

Japão: Nikkei

17.645,11

-1,32%

China: Shanghai

3.247,80

0,27%

Hong Kong: Hang Seng

21.186,32

0,00%

Alemanha: DAX

9.559,37

-1,33%

França: CAC 40

4.389,24

-2,04%

Londres: FTSE

6.016,22

-1,52%

Commodities

Petróleo Bruto WTI (NYM $/bbl)

$44,59

-2,43%

Ouro ($/oz)

$1.129,30

-1,42%