Bolsa

Comentários sobre o Mercado - 25/06/2015

  • Esperava-se que os mercados de ações dos Estados Unidos abrissem mais em alta na quinta-feira, revertendo parte das perdas do dia anterior, com o foco permanecendo sobre a crise na Grécia e os dados econômicos mais recentes. Sem um acordo, espera-se que a Grécia fique inadimplente com a dívida de 1,6 bilhão euros (US$1,8 bilhão) com o Fundo Monetário Internacional na próxima semana
  • As ações de zona do euro entraram e saíram do vermelho na tarde de quinta-feira, enquanto a esperança de um acordo entre a Grécia e seus credores se esvaía.
  • Quanto às notícias econômicas, os pedidos de auxílio desemprego chegaram a 271.000 esta semana, ligeiramente abaixo das expectativas dos analistas de 272.000. A renda individual cresceu 0,5% em maio.
  • Uma enorme quantidade de empresas publicou seus resultados trimestrais, incluindo a Accenture e a Winnebago, ambas superando as expectativas dos analistas.
  • Apesar da desaceleração da economia brasileira nos últimos anos e da expectativa de queda de mais de 1% do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano, o Brasil aparece entre os cinco destinos potencialmente mais atrativos para Investimentos Estrangeiros Diretos (IED) entre 2015 e 2017, de acordo com pesquisa realizada pela Conferência das Nações Unidas para Comércio e Desenvolvimento (Unctad) em parceria com a McKinsey.
  • Em um momento de dificuldades para reequilibrar as contas públicas, o governo Dilma sofreu uma nova derrota na Câmara nesta quarta. Os deputados aprovaram por 206 votos contra 179 a extensão a todos os aposentados e pensionistas da regra de reajuste do salário mínimo ­­que garante a inflação dos 12 meses anteriores (INPC), mais o crescimento da economia de dois anos antes.
  • O presidente da Via Varejo, Líbano Barroso, disse ontem em Porto Alegre que a redução de funcionários nas redes Casas Bahia e Ponto Frio nos meses de maio e junho faz parte dos "ajustes necessários" para buscar produtividade mediante a "administração natural do turnover" das duas bandeiras num cenário "desafiador" do varejo. Segundo ele, o grupo tem 65 mil funcionários no país e uma rotatividade de 25%, o que representa cerca de 15 mil "movimentações de pessoas" ao longo do ano.
  • Pouco mais de dois meses depois de apresentar uma oferta de US$ 45 bilhões para comprar a rival suíça Syngenta, a multinacional americana Monsanto já considera opções caso o negócio não seja concretizado. Em entrevista por telefone à agência Bloomberg, o COO (chefe de operações) da Monsanto, Brett Begemann, afirmou que a companhia avançará sobre a divisão de agroquímicos e sementes da múlti alemã Bayer caso não consiga comprar a Syngenta.
  • As regras no mercado de capitais têm de ser as mesmas para todos. Esse pilar, ao lado do reforço no poder de punição da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), são no momento as prioridades do presidente da autarquia, Leonardo Pereira. Nesse sentido, ele acredita que será muito importante a adoção no Brasil de um código único de governança corporativa para as companhias abertas, iniciativa já adotada em 56 países.
  • A maior aquisição da B2W dos últimos tempos, anunciada ontem, a compra da empresa de tecnologia Sieve por cerca de R$ 130 milhões é parte da estratégia de tentar reduzir o espaço de manobra dos concorrentes. A Sieve é a fornecedora de tecnologia para as empresas CNova, Máquina de Vendas e Walmart. Desde 2013, a B2W fez sete aquisições e comprou 12 empresas. Controlada pela Lojas Americanas, dos sócios Jorge Paulo Lemann, Beto Sicupira e Marcel Telles, a B2W tem adquirido alguns negócios que prestam serviço a seus maiores rivais como a Uniconsult Sistemas. Esta atendia varejistas como CNova e Ricardo Eletro, que acabaram procurando outro fornecedor. Com a transação de ontem, a B2W pode atrair novos parceiros no segmento de "market place" (shopping virtual").

Índices

Nome

Atual

%Variação

Dow Jones Industrial Average

17.946,00

0,35%

S&P 500 Index

2.106,25

0,32%

Nasdaq Composite Index

4.533,75

0,40%

Ibovespa

53.842,53

0,13%

Índices Globais

apão: Nikkei

20.771,40

-0,46%

China: Shanghai

4.742,38

-3,46%

Hong Kong: Hang Seng

27.145,75

-0,95%

Alemanha: DAX

11.481,31

0,09%

França: CAC 40

5.041,74

-0,07%

Londres: FTSE

6.829,26

-0,23%

Commodities

Petróleo Bruto WTI (NYM $/bbl)

$60,01

-0,43%

Ouro ($/oz)

$1.172,80

-0,01%