Bolsa

Comentários sobre o Mercado

18/06/2015

  • Os índices futuros nos EUA apontam para uma abertura em alta nesta quinta-feira, com os investidores voltando a atenção para a Grécia e os dados econômicos.
  • O índice de preços ao consumidor nos EUA em maio (CPI) registrou um aumento de 0,4 %, seu maior aumento em mais de dois anos, com a alta dos preços da gasolina.
  • Os pedidos de seguro-desemprego na última semana somaram 267.000, uma queda acima do esperado. O índice Conference Board de indicadores antecedentes de maio e o índice de atividade industrial regional divulgado pelo Federal Reserve Bank da Filadélfia para junho também estão no calendário.
  • A Oracle divulgou um lucro trimestral ajustado de US$ 78 centavos por ação, 8 centavos abaixo da expectativa do mercado. A receita também ficou abaixo das estimativas, com a fabricante de software sofrendo o impacto da alta do dólar.
  • O Brasil continua muito atraente para as empresas americanas, apesar do momento difícil da economia, disse ontem o vice-secretário de Comércio dos EUA, Bruce Andrews, destacando oportunidades em setores como os defesa e de saúde. Andrews vai a Brasília para participar hoje e amanhã do Fórum de CEOs Brasil-Estados Unidos, que reúne executivos de grandes companhias brasileiras e americanas, a poucos dias da visita de Dilma Rousseff aos EUA.
  • A redução da maioridade penal de 18 para 16 anos foi aprovada ontem à noite pela comissão especial que analisou a proposta de emenda à Constituição (PEC) na Câmara dos Deputados. O presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) anunciou que vai pautar a votação em plenário no dia 30 deste mês. Cunha é a favor da redução da maioridade. A redução proposta pelo parecer vai valer para os crimes de homicídio doloso, roubo qualificado, lesão corporal grave e lesão corporal seguida de morte entre outros. Agora, a PEC segue para o plenário da Câmara dos Deputados e deve ser votado, em primeiro turno, no próximo dia 30.
  • Após muita negociação e pressão política, o Tribunal de Contas da União da União (TCU) ofereceu ontem um prazo de 30 dias corridos para a presidente Dilma Rousseff comprovar a legitimidade das contas do seu governo em 2014. O gesto, no entanto, veio acompanhado de um novo contratempo. Além das "pedaladas" fiscais, a presidente terá que explicar ao tribunal por que liberou R$ 10 bilhões do Orçamento quando deveria ter contingenciado R$ 28,5 bilhões para cumprir a meta do superávit primário.
  • Professores da Fundação Getúlio Vargas (FGV), do Insper, da Fipe-USP e da Faap elaboraram um manifesto em apoio às medidas econômicas adotadas no segundo mandato da presidente Dilma Rousseff. O documento circulou pelas universidades paulistas há duas semanas e já foi endossado por 104 economistas. Na lista dos professores que assinaram o manifesto estão Ernesto Lozardo e Yoshiaki Nakano, ambos da FGV; Marcos Lisboa, do Insper; Carlos Luque, da Fipe-USP; e Luiz Alberto Machado, da Faap. No documento batizado de "Manifesto dos economistas em apoio às medidas de ajuste fiscal e econômico do governo federal", os professores afirmam que a economia brasileira enfrenta uma "grave crise fiscal" e que, se o programa de ajuste não for adiante, o Brasil corre risco de perder o grau de investimento, o que resultaria "em um aprofundamento das dificuldades econômicas, financeiras e do emprego." Para os economistas que apoiaram o documento, as correções nas distorções de políticas públicas e sociais vão permitir ao País "recuperar a credibilidade na política econômica, assegurar a queda das taxas de juros, da inflação e a expansão da oferta."
  • O grupo Votorantim quer elevar a fatia que controla de uma das áreas mais rentáveis de sua divisão de metais por meio de uma oferta pública de aquisição (OPA) de ações no Peru. Se os acionistas aceitarem a proposta, a participação na mineradora Milpo, que é especializada na extração de zinco, chumbo e cobre, deve subir dos atuais 50,06% para 60,06%.
  • O cliente vai à concessionária e decide financiar um carro novo, mas quer aproveitar uma proposta feita pelo banco em que tem conta corrente e não a da fabricante do veículo. Sem sair da loja, saca o celular, consulta seu limite de crédito e a taxa de juros e manda para a instituição financeira uma foto da nota fiscal, tudo via smartphone. Em poucos minutos, a operação está fechada e o banco deposita o crédito na conta da concessionária. Esse sistema, desenhado pelo Banco do Brasil (BB), é uma amostra de como as grandes instituições financeiras têm usado o celular como ferramenta para acelerar a concessão de crédito, e não apenas como canal para consultas de saldos, pagamentos de contas e transferências.

Índices

Nome

Atual

%Variação

Dow Jones Industrial Average

17.894,00

0,38%

S&P 500 Index

2.095,25

0,29%

Nasdaq Composite Index

4.469,25

0,34%

Ibovespa

53.965,96

1,35%

Índices Globais

Japão: Nikkei

19.990,82

-1,13%

China: Shanghai

5.011,62

-3,68%

Hong Kong: Hang Seng

26.694,66

-0,22%

Alemanha: DAX

10.907,33

-0,64%

França: CAC 40

4.766,05

-0,51%

Londres: FTSE

6.671,83

-0,13%

Commodities

Petróleo Bruto WTI (NYM $/bbl)

$60,42

0,83%

Ouro ($/oz)

$1.199,60

1,94%