Bolsa

Comentários sobre o Mercado

16/06/2015

  • Na terça-feira, os índices de futuros das bolsas dos EUA apontam para uma abertura em baixa em Wall Street, com a expectativa de que a turbulência da situação da Grécia pesasse ao Federal Reserve dar início a sua reunião de dois dias.
  • Não se espera que o banco central dos Estados Unidos anuncie quaisquer alterações em sua política monetária esta semana, mas os rumores de que o Fed poderia aumentar as taxas de juros em setembro pela primeira vez desde 2006 estão crescendo em meio a condições econômicas em ascensão. E isso significa que é provável que a declaração pós-reunião do Fed na quarta-feira seja analisada com cuidado.
  • Se espera que a Grécia permaneça em foco na terça-feira, sendo que na segunda-feira o primeiro-ministro do país, Alexis Tsipras, culpou os credores pelo colapso das negociações sobre a liberação da ajuda para reformas no fim de semana.
  • O impasse gerou preocupações que Atenas esteja caminhando para uma situação de inadimplência da dívida que pode causar sua saída da zona do euro.
  • Um porta-voz disse que Atenas apresentou propostas e está esperando uma resposta dos credores.
  • O procurador-geral da República Nacional, Rodrigo Janot, inscreveu-se para ser reconduzido ao cargo de comando do Ministério Público Federal e vai enfrentar três candidatos nessa disputa.
  • A Polícia Federal (PF) em Curitiba instaurou inquérito policial para aprofundar investigação que apura suspeita de que o ex-ministro da Casa Civil Antonio Palocci teria recebido R$ 2 milhões originados no esquema de corrupção na Petrobras e destinado os recursos para a campanha da presidente Dilma Rousseff (PT) em 2010. A abertura do inquérito já havia sido determinada em 14 de abril pelo juiz federal Sergio Moro, titular dos processos da Operação Lava-Jato na 13ª vara criminal da Justiça do Paraná.
  • O Salão de Aviação de Le Bourget, maior feira do setor no mundo, foi inaugurado ontem nos arredores de Paris com inúmeros anúncios de vendas de aeronaves. A Embraer contribuiu para reforçar esses números: a empresa divulgou 103 novas encomendas, sendo 50 delas pedidos firmes, que totalizam US$ 2,6 bilhões, a preço de lista.
  • A compra do HSBC por um dos três maiores bancos privados do país representará provavelmente a última grande oportunidade de aquisição bancária no Brasil. Em termos de concentração, a união do HSBC principalmente com Itaú Unibanco ou Bradesco fará com que a concentração bancária atinja patamares que já são considerados como um sinal amarelo para a competição pelo próprio Banco Central (BC). Hoje, os quatro maiores bancos do país - Itaú Unibanco, BB, Bradesco e Caixa - detêm 70,25% dos ativos, 76,01% dos depósitos e 76,06% do crédito do sistema financeiro. Se o Itaú ou o Bradesco comprarem o HSBC, esse nível sobe para 72,94%, 79,12% e 78,26%, respectivamente.
  • As famílias brasileiras nunca estiveram tão endividadas com o sistema financeiro nos últimos 10 anos como agora, conforme apontam dados do Banco Central sobre o tema. De março para abril, o volume de dívidas passou de 46,20% para 46,30%, o maior porcentual desde janeiro de 2005, quando começa a série histórica da instituição.

Índices

Nome

Atual

%Variação

Dow Jones Industrial Average

17.686,00

-0,15%

S&P 500 Index

2.071,75

-0,18%

Nasdaq Composite Index

4.414,50

-0,30%

Ibovespa

53.393,87

0,48%

Índices Globais

Japão: Nikkei

20.257,94

-0,64%

China: Shanghai

5.118,54

-3,47%

Hong Kong: Hang Seng

26.566,70

-1,10%

Alemanha: DAX

10.948,37

-0,33%

França: CAC 40

4.806,72

-0,18%

Londres: FTSE

6.684,61

-0,39%

Commodities

Petróleo Bruto WTI (NYM $/bbl)

$59,76

0,40%

Ouro ($/oz)

$1.182,40

-0,29%