Bolsa

Comentários sobre o Mercado

07/02/2015

  • O petróleo subiu mais de 6% na segunda-feira e ajudou a alavancar o mercado de ações americano , com a valorização de 1,8% índice S&P para o setor de energia, mas os futuros do petróleo caíram na terça-feira após valorização depois de o Goldman Sachs ter afirmado que os preços precisavam permanecer baixos durante meses para alcançar uma desaceleração no crescimento da produção norte-americana. "Embora a queda no número de plataformas petrolíferas dos EUA tenha sido mais rápida que o esperado, em nossa opinião, ela continua insuficiente para equilibrar o mercado dos EUA em 2016," afirmou Goldman em nota na segunda-feira. "Os preços precisam permanecer baixos por mais tempo para alcançar uma desaceleração suficiente e sustentável no crescimento da produção dos EUA."
  • Os futuros do petróleo Brent para maio caíram aproximadamente 55 centavos de dólar para US$57,56 o barril, após terem atingido US$58,24 na sessão anterior, o valor mais alto desde 27 de março. Os futuros do petróleo bruto para maio tiveram queda de aproximadamente 75 centavos de dólar para US$51,38 o barril, após terem atingido na segunda-feira o preço de fechamento mais alto desde meados de fevereiro.
  • Com relação à publicação de dados, as atenções provavelmente estão voltadas à publicação, na quarta-feira, da ata da reunião mais recente do Fed, em que o mercado espera insights sobre a perspectiva da política de curto prazo do Banco Central.
  • As ações europeias valorizaram na terça-feira com a amenização da preocupação com um aumento iminente das taxas nos EUA e investidores celebrando as notícias sobre a aquisição no setor de entregas.
  • Os futuros do petróleo Brent para maio caíram aproximadamente 55 centavos de dólar para US$57,56 o barril, após terem atingido US$58,24 na sessão anterior, o valor mais alto desde 27 de março. Os futuros do petróleo bruto para maio tiveram queda de aproximadamente 75 centavos de dólar para US$51,38 o barril, após terem atingido na segunda-feira o preço de fechamento mais alto desde meados de fevereiro.
  • Com relação à publicação de dados, as atenções provavelmente estão voltadas à publicação, na quarta-feira, da ata da reunião mais recente do Fed, em que o mercado espera insights sobre a perspectiva da política de curto prazo do Banco Central.
  • As ações europeias valorizaram na terça-feira com a amenização da preocupação com um aumento iminente das taxas nos EUA e investidores celebrando as notícias sobre a aquisição no setor de entregas.
  • No Brasil, a presidente Dilma Rousseff empossou ontem o novo ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, com promessas de que o ajuste fiscal não vai afetar os principais programas da pasta. O ministro retribuiu dizendo que Dilma "é aberta a críticas" e que o ministério vai colaborar cortando pequenas despesas e melhorando a qualidade dos gastos. Para garantir o cumprimento da meta fiscal, a equipe econômica vai anunciar este mês um contingenciamento nos desembolsos previstos para 2015.
  • A aparente melhora na percepção de risco no exterior nos últimos dias ajudou a reduzir a pressão de alta do dólar em relação ao real. A moeda americana fechou ontem em queda pela quinta sessão consecutiva e já acumula desvalorização de 2,21% no mês. A trégua tem permitido a correção nos prêmios no mercado futuro de juros. Mas há ainda dúvidas sobre a sustentação desse movimento do câmbio, dadas as incertezas no mercado interno e externo. Ontem, o dólar caiu 0,23%, encerrando a R$ 3,1212. A queda de 5,25% da moeda americana ante o real desde que atingiu a máxima em 12 anos, em 19 de março, tem chamado a atenção e já levanta questionamentos sobre sua sustentabilidade.
  • Com o presidente do conselho de administração do grupo Gerdau, Jorge Gerdau, como uma das figuras mais proeminentes, um total de 26 entidades representantes de indústrias e seis centrais sindicais e sindicatos de trabalhadores lançaram ontem o movimento "coalizão indústria-¬trabalho para competitividade e desenvolvimento", para reivindicar mudanças que viabilizem a recuperação do setor manufatureiro.
  • A Sete Brasil, empresa criada para contratar a fabricação de plataformas e sondas de petróleo para a Petrobras, confirmou que chegou a um acordo com seus credores para rolar por 90 dias suas dívidas de curto prazo. Em nota, a companhia informou que assinou, em 31 de março, um memorando de entendimento com seus credores financeiros "suspendendo o direito de qualquer execução de dívidas" por esse período.
  • O Brasil caiu 14 posições entre os países com maior potencial para crescer no varejo on¬line e ocupa a 21ª em um ranking que considera 30 países elaborados pela consultoria americana A.T. Kearney. A Argentina andou 18 posições para trás, ficando em 29º. Na América Latina quem se sai melhor é o México, na 17ª posição. A falta de investimento em infraestrutura logística é um dos principais motivos para a queda do Brasil. Problemas estruturais, como impostos altos e burocracia, também dificultam a expansão das vendas pela internet no país. A consultoria avaliou nove diferentes variáveis, separadas em quatro pilares macroeconômicos: a dimensão do mercado on¬line, o nível de adoção de novas tecnologias, o comportamento do consumidor e o potencial de crescimento. O Índice de Comércio Eletrônico de Varejo Global traz os 30 países mais atrativos em termos de retorno sobre o investimento (ROI) a curto prazo no varejo on¬line, pontuados em uma escala de 0 a 100.

Índices

Nome

Atual

%Variação

Dow Jones Industrial Average

17.805,00

0,10%

S&P 500 Index

2.074,80

0,08%

Nasdaq Composite Index

4.342,25

0,90%

Ibovespa

53.657,02

-0,15%

Índices Globais

Japão: Nikkei

19.640,54

1,25%

China: Shanghai

4.152,51

2,53%

Hong Kong: Hang Seng

25.275,64

0,00%

Alemanha: DAX

12.115,42

1,24%

França: CAC 40

5.155,57

1,60%

Londres: FTSE

6.932,79

1,45%

Commodities

Petróleo Bruto WTI (NYM $/bbl)

US$51,51

-1,21%

Ouro ($/oz)

$1.209,60

-0,74%